Marco Prisco será avaliado e pode retornar em breve à Papuda

8/05/2014 - 11:40 |

 

REDAÇÃO

O vereador Marco Prisco (PSDB-BA) deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), nesta quinta-feira (8), mas segue internado no Hospital de Base de Brasília, após realização de exames para identificar possíveis complicações cardíacas. A tendência agora é que, constatada a boa saúde do vereador, ele retorne ao presídio da Papuda. De acordo com a assessoria de imprensa do vereador em Salvador, Prisco segue em observação, mas não há gravidade em seu estado de Saúde.

Informações divulgadas pelo hospital dão conta de que o vereador, preso desde o dia 18 de abril, por crimes contra a segurança nacional, será observado ao longo do dia e uma junta médica decidirá por mantê-lo internado ou reenviar Prisco de volta ao presídio da Papuda.

Ao contrário do que foi divulgado na noite de quarta-feira (8), Prisco não foi submetido ao exame de cateterismo, mas a uma cintilografia. O exame de imagem busca avaliar o fluxo sanguíneo no miocárdio, dispensando, portanto, a realização do procedimento invasivo.

Internado - A necessidade do exame foi decidida na quarta-feira. Desde domingo, o vereador está internado no Hospital de Base, onde passa por uma bateria de exames.

Prisco passou mal, no último sábado (5), e foi inicialmente levado da Penitenciária da Papuda para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Na sequência, foi transferido para o Hospital de Base.

No domingo, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal divulgou nota, informando que a hipótese de infarto foi totalmente descartada pelos exames realizados.

A defesa do vereador apresentou, então, pedido de prisão domiciliar e a equipe médica que precisará dar um parecer sobre o estado geral do paciente considerou adequado fazer o cateterismo.

Contas desbloqueadas – O desembargador do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, relator convocado Carlos Augusto Pires Brandão, deferiu o pedido dos advogados da Aspra e desbloqueou as contas das entidades de classe que participaram dos movimentos reivindicatórios de 2012 e 2014.

Na decisão judicial, o desembargador diz “ao que se verifica a cessão do citado movimento paredista esvazia, no presente momento, o objeto da medida deferida, que, como visto visava à preservação da ordem pública então abalada pela ação de grupos de policiais militares, conforme narra petição inicial”.

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