Lídice da Mata leva campanha para o interior da Bahia

27/09/2014 - 15:19 |

 

REDAÇÃO

A candidata ao governo da Bahia Lídice da Mata (PSB) movimenta campanha rumo ao interior no final de semana. Neste sábado (27), ela esteve no Norte baiano, onde visitou os municípios de Senhor do Bonfim e Jaguarari. No primeiro município ela prometeu a recuperação e ampliação do hospital regional, e, no segundo, a melhoria do sistema de abastecimento de água local.

“A recuperação do Hospital Regional de Senhor do Bonfim, prevista no meu programa de governo, é urgente. Lá faltam desde remédios para os pacientes a luvas para os profissionais de saúde, a emergência funciona mal e há dificuldades para a realização de simples exames”, afirmou.

De acordo com Lídice, devido à falta de atendimento local de qualidade, muitos pacientes têm que viajar cerca de 120 quilômetros até Juazeiro para serem atendidos. “Mesmo assim a situação e difícil, pois o hospital de Juazeiro também tem funcionado mal”, lamenta.

Em Jaguarari, distante 24 km de Senhor do Bonfim, Lídice fez caminhada, panfletagem e conversou com populares. “As desigualdades sociais em Jaguarari persistem e a população enfrenta dificuldades até mesmo no abastecimento de água para consumo humano, animal e produtivo”, afirmou.

“Uma das possibilidades para melhorar a oferta é ramificar a adutora que leva água até Uauá e trazer até a região rural de Jaguarari”, sugeriu a candidata. Lídice disse ainda que é preciso também cuidar melhor dos rios para garantir a qualidade da água para a população.

Debate - Durante debate promovido pela rede Record, na noite de sexta-feira (26), Lídice da Mata garantiu o pagamento da URV aos servidores públicos estaduais, conforme determinação judicial. O tema do funcionalismo público tomou conta do encontro entre os candidatos ao governo.

Lídice também criticou a postura dos adversários que, durante o debate, fizeram “muitas promessas” aos servidores, mas na oportunidade que tiveram de governar o estado não trataram bem o funcionalismo público. “Nos anos do DEM, a marca para o funcionalismo foi o arrocho salarial. Nos anos do PT, foi a falta de diálogo e convivemos com muitas greves”, disse.

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