Mesa da Câmara discute o caso Carballal; promotora de Justiça considera as provas consistentes

15/05/2013 - 8:00 |

 

REDAÇÃO

Rita Tourinho - Foto: Ascom/MP

A Mesa Diretora da Câmara Municipal de Salvador discute nesta quarta (15) o caso do vereador Henrique Carballal (PT), alvo de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público da Bahia fundamentada em documentos indicando a contratação de  funcionários-fantasmas e de apropriação indevida de parte dos salários dos assessores.

Ao Bahia Toda Hora, o vereador petista negou que tenha cometido irregularidades. Carballal disse que a denúncia partiu de um ex-assessor desafeto, interessado em prejudicar sua imagem pública.  Quanto ao funcionário-fantasma residente em Brasília, o vereador Carballal justificou: “Ele exercia uma atividade intelectual; não precisaria ficar no gabinete”.

O procurador parlamentar da Câmara de Salvador, o vereador Alberto Braga (PSC) informou que vai participar da discussão desta quarta com a direção do Legislativo municipal, para discutir eventuais providências relacionadas ao assunto.

 

Alberto Braga tem a atribuição de “promover a defesa perante a sociedade, da Câmara, de suas funções institucionais e de seus órgãos e integrantes, quando atingidos em sua honra ou imagem”.

Minuciosa – A promotora Rita Tourinho afirmou, nesta terça (14), durante o programa ‘Bahia Com Tudo’, da Tudo FM (102,5) que a investigação conduzida pelo Ministério Público foi minuciosa e foi encerrada com provas consistentes. “Mais de dez pessoas foram ouvidas e as duas irregularidades ficaram claramente identificadas: funcionários-fantasmas e apropriação de parte dos salários dos assessores”.

 

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